14.06.2012
Imagine você na comodidade de sua casa, acessando as redes sociais e, de repente, visualiza o anúncio de um produto que estava precisando. Com apenas alguns clicks, você efetiva sua compra, sem precisar visitar o site da loja. É o social commerce ganhando destaque e facilitando a vida dos conhecidos consumidores digitais. Um estudo do banco Barclays, realizado no Reino Unido, prevê que em 2021 cerca de 41% dos consumidores serão influenciados pelas redes sociais, ou deverão usá-las para realizar compras.
A pesquisa Observador 2012, realizado pela Cetelem, empresa do grupo francês BNP Paribas, indica que 53% dos 1,5 mil consumidores brasileiros entrevistados preferem comprar produtos por meio da página pessoal de rede social favorita sem precisar ir à loja. O levantamento mostra também que 61% dos consumidores representantes das classes AB apostam na ascensão do social commerce, enquanto 55% da classe C, e 42% das classes D e E afirmam o mesmo.
O CEO do Edge Group no Brasil, Souvenir Zalla, acredita que o uso das redes sociais como canal de vendas direta de produtos e serviços é uma forte tendência. Segundo ele, daqui três anos o e-commerce como conhecemos, acessado por meio de portais web, deverá registrar queda em função dos smartphones e tablets. “A mobilidade popularizou-se junto com a mídias sociais. O boca a boca das redes sociais, por sua vez, aumentou as vendas online”, comenta.
Zalla acredita que o “velho portal varejista” terá espaço, mas as mídias sociais serão a bola da vez. Elas ganharão links patrocinados para ambientes específicos e customizados, ou micro lojas de uma só categoria já prontos para efetuar pagamento, na própria fan page da marca. Tudo isso indica uma revolução no comportamento de compra do consumidor e um desafio para a área de TI, que deverá se especializar cada vez mais em softwares seguros e que suportem esse tipo de compra.
Dúvidas sobre o que é social commerce? A imagem abaixo explica um pouco sobre a prática
(Via Uol)