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Skype apresenta novidades com design renovado

Primeiro foi o “Snapgram”, e agora lá vem o Skype querendo arrumar um prefixo? É isso mesmo Microsoft? O software da empresa terceira colocada no ranking de marcas mais valiosas do mundo, abriu o mês de junho com mudanças acompanhando as tendências de aplicações no design, interface e recursos.

Desde os primórdios dos anos 2000, o Skype seguia com aquela essência circular/molecular azul, um incômodo para quem acompanha as inovações do design e viu tantas alternativas surgirem. E agora não vai ter mais dúvidas, se alguém se perguntava se ele era uma rede social, a seção “Highlights” é álibi. Lá, o usuário pode publicar uma fotografia ou vídeo como história, que ficará disponível durante uma semana para seus contatos (alô, alô Snapchat/Instagram/Facebook). A última versão do serviço faz com que toda a experiência se sinta muito mais social.

Além disso, o visual do chat foi completamente renovado. Em um estética que anda de mãos dadas com o Messenger, agora você pode escolher um cor para as mensagens, e usar GIFs, adesivos e os “mojis” – semelhante aos emojis – como reações. A chamada de vídeo e áudio continuam com o compartilhamento de fotos e vídeos.

Segundo a Microsoft, “esse é apenas o começo”. Também estão trabalhos: jogos baseados em turnos em bate-papos (isso mesmo, tipo aquele do basquete no Messenger), novos vínculos com Cortana e outros recursos “inteligentes” que aproveitam a nova câmera no aplicativo do Skype.

No pé do WhatsApp, Messenger, Instagram e Snapchat, a nova versão do sistema é já chega para Android neste mês e em segunda no iOS. Windows e Mac devem receber a atualização em breve.

Facebook adere o Stories

Depois do sucesso do Snapchat e em sequência o Insta Stories, agora a rede Facebook lançou essa atualização aos usuários da Irlanda pelo iOS e Android e o objetivo é levá-lo para demais países nos próximo meses.

facebook stories

O recurso, assim como no Instagram, possibilita compartilhar fotos e vídeos durante o período de 24 horas, na mesma projeção de slides como é feito hoje pela outra rede. O aplicativo mudou o seu layout para adaptar a novidade, adotando pequenos círculos acima do feed para que nenhum usuário perca as “histórias”, algo bem semelhante ao que o Instagram realizou. Confira o vídeo de apresentação:

 

Oportunidade para empresas

Esse update pode ser uma nova proposta para empresas trabalharem com audiovisual, uma tendência que vêm crescendo cada vez mais na rede com as atualizações de vídeos do Facebook, e ainda se aproximar mais do público consumidor, mostrando um outro lado da empresa, ampliando a visão que o consumidor tem da mesma, tornando ainda mais estreito o relacionamento entre ambos.

Instagram vai mudar timeline para posts de mais relevância

“Veja momentos que você se importa primeiro”. É com esse título que o Instagram anunciou em seu blog sua próxima mudança. O app deixará de exibir posts por ordem cronológica, mostrando apenas aqueles que forem destaque. Uma estratégia semelhante ao algoritmo do feed de notícias do Facebook.

Segundo a rede social, “70% do conteúdo dos feeds dos usuários não é visualizado por eles”. Curioso. Mas será que vamos ter a opção de ver as “Principais histórias” ou as “Mais recentes” como no Facebook?
O aplicativo, que nunca usou essa forma de mostrar suas fotos e vídeos, salientou que com essa medida, o usuário não vai perder nenhum post. No comunicado, a empresa ressalta: “Isso significa que se o seu músico favorito compartilhar um vídeo do show da noite passada, a publicação estará esperando por você quando acordar, independentemente de quantas contas você segue e em qual fuso horário vive”.

Por enquanto, o algoritmo está em fase de testes. A novidade deve ser apresentada daqui alguns meses. Enquanto isso, a rede social trabalha com feedbacks para corrigir possíveis erros.

Conheça o Canvas, o novo guia de anúncios do Facebook

Uma novo meio de criar anúncios, que convenhamos, são sensacionais. O Facebook disponibilizou o novo formato no Brasil em fevereiro, nele o anunciante personaliza a forma do seu conteúdo multimídia, que será executado apenas em smartphones.

via GIPHY

Sim, isso mesmo. O Canvas foi criado apenas para smartphones. Segundo o Facebook, “Com o aumento do acesso online via dispositivos móveis, o desafio dos anunciantes de contar uma história relevante é ainda maior. A partir disso, buscamos desenvolver funcionalidades que proporcionem uma experiência positiva ao descobrir marcas e produtos no Facebook”.

Em uma pesquisa divulgada pela empresa no segundo semestre de 2015, a receita publicitária dos dispositivos móveis é responsável por 76% do faturamento do Facebook, sendo 1,31 bilhão de usuários no mobile por mês, e 844 milhões de pessoas online via smartphones ou tablets.
Com o Canvas, você tem diferentes componentes para seus anúncios, deixando eles com uma estética completa e mais bonita, provocando seu lado criativo. A partir do design imersivo, as pessoas conhecem histórias em formatos panorâmicos, onde elas próprias podem dar zoom para explorar os detalhes, além dos carrossel de imagens e botões call-to-action.

Para as métricas, o destaque é os insights detalhados que a ferramenta oferece, que dizem até onde o usuário chegou no anúncio, quanto tempo as pessoas passaram com o anúncio em tela cheia e outras informações essenciais para ajudar a melhor os conteúdos.
Para começar a usar o Canvas, acesse esse link.

Facebook libera “Reactions”, os novos botões para expressar emoções

Introducing Reactions from Facebook on Vimeo.

Após um ano de testes, sendo liberado apenas em alguns países da Europa, o Facebook anunciou hoje a liberação de sua nova ferramenta, Reactions. Criada como uma extensão do curtir, o usuário agora pode expressar seus sentimentos além de apenas gostar de algo.

Depois de muitas reclamações pela falta de alternativa no botão curtir, por não conseguir expressar seus sentimentos e emoções além do gostar, a empresa norte-americana decidiu implantar novas opções na rede social. São cinco botões, onde cada um representa um sentimento/emoção, “Amei”, “Haha”, “Uau”, “Triste” e “Irritado”.

Para os emojis aparecerem, o usuário tem que manter o dedo pressionado no ícone “curtir” (nos aplicativos móveis) ou passar o mouse sobre o “curtir” (versão desktop). As reações estão disponíveis apenas para posts, assim, não é possível comentar com os emojis. A novidade está sendo aplicada aos poucos, se ainda não apareceu para você fique tranquilo, logo será disponibilizado.

Para aqueles que estiverem com dúvidas em relação aos Insights, o Facebook afirmou que todas reações terão o mesmo valor do botão curtir, mas nas páginas serão mostrados de forma separada, ajudando as marcas a entenderem melhor se o público está gostando ou não do conteúdo postado.

Instagram surpreende e lança “microssérie”

Em um mundo onde o streaming é a ferramenta mais inovadora e usada pelas pessoas, as redes sociais também estão sempre renovando seus conteúdos. Depois do Vimeo e Snapchat, o Instagram também decidiu explorar novos meios de contar histórias.

O app lançou na última quarta-feira (3), o primeiro episódio de Shield 5. A nova minissérie (ou “microssérie”, se preferir), conta com 28 capítulos, todos com duração de 15 segundos, respeitando as normas de duração de vídeos da rede social. Desenvolvida exclusivamente pelo Instagram e com direção de Anthony Wilcox, a série conta a história do motorista de segurança John Swift (Christian Cook), acusado de ter participado de um roubo de diamantes, que resultou na morte de um colega. Diante disso, Swift vai lutar para provar sua inocência, enfrentando o departamento de polícia e as pessoas que o acusaram de ter relação com o roubo.

Com um roteiro sem desenvolvimento de personagens e subtramas, a série de ficção terá um novo episódio lançado todos os dias.

Confira o primeiro episódio:

Por que criar uma newsletter para a sua empresa?

A resposta mais óbvia é: conseguir uma boa lista de e-mails.

Ao oferecer este serviço aos usuários e pessoas que têm interesse em seguir sua marca, você está dando a si mesmo a oportunidade de capturar inúmeros e-mails para alimentar sua lista de contatos. E isso é algo que simplesmente não é possível através da assinatura do feed RSS.

É importante conseguir esses endereços de e-mail porque:
É uma ótima maneira de se comunicar com seus seguidores em um nível de intimidade maior e mais próximo. Em geral essa lista de e-mails contém pessoas que possuem interesse na sua marca e querem receber conteúdos novos e relevantes direto na caixa de entrada.

Uma lista de e-mail nunca morre ou simplesmente desaparece. Em outras palavras, se você possui uma boa lista, sempre existirá uma maneira de se comunicar com seu público. Os blogs e sites podem acabar com o passar do tempo. Sua lista de e-mail, jamais. A probabilidade de que esses endereços de e-mail mudem é baixa e sua empresa poderá investir em estratégias que mantenham o público informado sobre as principais mudanças e novidades do seu negócio.

É uma forma de ganhar dinheiro.
Assim como em qualquer outra plataforma de marketing (blog, Twitter, Facebook, etc.), se sua empresa focar apenas em “ganhar dinheiro”, ela poderá perder a credibilidade e o respeito dos seguidores. Mas é aí que se encontra uma boa oportunidade.

Por isso, foque-se em ajudar e informar aqueles que se disponibilizaram a seguir sua empresa através dessa newsletter e faça um trabalho de marketing de relacionamento impecável com cada um deles.

Produzir conteúdo de qualidade frequentemente e ajudando seus assinantes deve ser a prioridade de qualquer empresa que deseja investir em uma comunicação através de newsletter. Se você seguir por esse caminho, não há dúvidas de que o dinheiro será uma consequência real e palpável no dia a dia da empresa.

Aprenda que você já entendeu o motivo, monte sua lista e prepare o e-mail.

14 livros que você deveria ler, segundo Zuckerberg

O CEO e um dos fundadores do Facebook, Mark Zuckerberg, elaborou uma lista com 14 livros que ele considera que todo mundo deveria ler. Ele ainda criou o clube do livro “A Year of Books”, em que discute os livros que está lendo com membros da rede social. Confira os livros abaixo.

1. ‘The Muqaddimah’, de Ibn Khaldun
O livro foi escrito em 1377 pelo historiador islâmico Ibn Khaldun e tenta despir preconceitos de registros históricos e encontrar elementos universais sobre o progresso da humanidade.

2. ‘Sapiens: uma breve história da humanidade’, de Yuval Harari Noah
Publicado pela primeira vez em 2014, “Sapiens” é um aclamado best-seller que conta a evolução do Homo Sapiens. Zuckerberg escreveu que ‘Sapiens’ é uma perspectiva contemporânea ao que é em ‘The Muqaddimah’.

3. ‘The New Jim Crow’, de Michelle Alexander
A professora de direito da Universidade Estadual de Ohio Michelle Alexander abre a discussão da “Guerra às Drogas” em seu livro e conta a criação de uma cultura que criminaliza população negra.

4. ‘O fim do poder’, de Moisés Naím
Naím é ex-diretor executivo do Banco Mundial e membro sênior do Carnegie Endowment for International Peace. Em seu livro, ele faz uma investigação histórica sobre a mudança de poder em governos autoritários, militares e de grandes empresas sobre a população.

5. ‘Criatividade S.A.’, de Ed Catmull
O livro conta a história da Pixar e é escrito por um dos seus fundadores. A história intercala a narrativa com lições de gestão e empreendedorismo.

6. ‘Os anjos bons da nossa natureza’, de Steven Pinker
No livro, Pinker estuda como a violência tem diminuído ao longo do tempo, apesar de ser ampliada pelo noticiário e mídia social. Vale ressaltar que Bill Gates também considera esse livro como um dos melhores que já leu.

7. ‘On Immunity’, de Eula Biss
Zuckerberg considera que a investigação de Biss sobre os benefícios da vacinação é uma leitura necessária, considerando o movimento anti-vacinação nos EUA e em partes da Europa. Ele disse que a ciência é clara: as vacinas funcionam e são importantes para a saúde de todos em nossa comunidade. O livro explora questões e razões pelas quais algumas pessoas se questionam sobre a vacinação.

8. ‘The Player of Games’, de Iain M. Banks
O livro foi publicado em 1988 e é o segundo da série “Culture”. Ele explora como uma civilização reagiria a uma tecnologia muito avançada feita para servir as necessidades humanas e superar as capacidades das pessoas.

9. ‘Chefe De Quadrilha Por Um Dia’, de Sudhir Venkatesh
O livro relata a experiência do professor de sociologia da Universidade de Columbia Sudhir Venkatesh que se juntou a uma gangue de Chicago nos anos 90. Zuckerberg considera que essa é uma inspiradora história sobre comunicação e entendimento através das barreiras econômicas e culturais.

10. ‘A Estrutura das Revoluções Científicas’, de Thomas S. Kuhn
A obra tornou-se um dos livros acadêmicos mais citados de todos os tempos. O livro estreia a “mudança de paradigma” utilizando casos da história científica. A partir dele, Zuckerberg pensa que os avanços científicos são os catalisadores para a progressão social.

11. ‘Orwell’s Revenge: The 1984 Palimpsest’, de Peter Huber
O livro baseia-se na trama ‘1984, de George Orwell, mas imagina um mundo em que os cidadãos usam a tecnologia que uma vez os escravizou os libertar. Zuckerberg considera que a obra de Huber pode ajudar as pessoas a perceberem como ferramentas da internet podem beneficiar as pessoas e mudar a sociedade.

12. ‘Energy: A Beginner’s Guide’, de Vaclav Smil
Originalmente publicado em 2006, ‘Energiy’ começa com uma explicação básica do que é energia e parte para assuntos mais complexos, incluindo a busca para criar novos combustíveis mais eficientes e menos prejudicial ao meio ambiente. O autor também é um dos preferidos de Bill Gates.

13. ‘Dealing with China’, de Henry M. Paulson Jr.
O livro aborda a ascensão da economia chinesa e como ela influencia no mundo todo. Zuckerberg ressalta que, ao longo dos últimos 35 anos, a China experimentou uma das maiores transformações econômicas e sociais da história da humanidade.

14. ‘Rational Ritual’, de Michael Suk-Young Chwe
Zuckerberg acredita que este livro pode ajudar os leitores a usarem melhor os meios de comunicação social. O livro aborda o conceito de “conhecimento comum” e como as pessoas processam o mundo não apenas com base em seu próprio conhecimento, mas também no das outras pessoas. Chwe mostra como através dessas interações as comunidades conseguem criar suas próprias identidades.

(Via Olhar Digital)

Você sabe o que é coworking?

Coworking é um termo inglês que designa um novo modelo de trabalho cujo objetivo é promover a troca de conhecimentos de uma ou várias áreas. E num mesmo escritório compartilhado. São trabalhadores autônomos, freelancers, independentes, que buscam um lugar para realizar suas atividades, rocar ideias, fazer networking entre si.

O profissional paga um valor, calculado por hora, para utilizar o espaço de trabalho. Aluguel, luz, água, internet, telefonia, manutenção do espaço e outras taxas ficam por conta do proprietário da instalação. No escritório compartilhado, o profissional tem à sua disposição sala de reunião, área de trabalho, telefone, que pode ser dividido em alguns casos, internet e até cafezinho. É ideal para os que viajam muito e não gostam de ficar trabalhando sozinhos em hotéis, cafés, e similares.

O coworking surgiu nos Estados Unidos, em 2005, e chegou ao Brasil em 2008. Existem mais de uma centena de escritórios desses no Brasil atualmente. Um espaço de coworking fornece mais do que salas onde os coworkers, os trabalhadores, podem sentar em uma mesa compartilhada e realizar seus projetos.

A ideia do coworking é fazer as pessoas se encontrarem no mundo offline para se conhecerem, interagirem, fazerem parcerias e até amizades. São muitos os profissionais que lucram com esse sistema de trabalho. Além disso, os clientes, não precisam se preocupar com as questões burocráticas e corporativas. O fato de não haver baias nem divisórias estimula os encontros aleatórios e as conversas espontâneas. Isso faz com que novos projetos surjam. Pessoas mais retraídas podem se comunicar mais facilmente, usando o clima de colaboração do lugar.

É muito comum encontrar nos espaços compartilhados profissionais em total clima de descontração trocando ideias e contatos O custo-benefício e a possibilidade de fazer negócios são pontos positivos.

Você sabe o que é startup?

Nos dias atuais é comum ouvir pessoas falar que fulano trabalha ou montou uma startup. Mas o que isso significa? Afinal, o que é uma startup e o que ela faz?

Startup é um tipo específico de empresa. Há várias definições espalhadas por aí, vamos nos concentrar na mais básica. Uma empresa só é considerada startup quando está em busca de um modelo de negócio viável que seja repetível e escalável. O que são esses dois termos? Um modelo de negócios repetível é aquele que vende o mesmo produto para todos os clientes. E o modelo de negócios escalável é o que cresce para atender um grande número desses clientes. Ou seja, a empresa espera atingir um grande número de clientes, tendo um bom lucro em pouco tempo e, principalmente, sem aumentar seus custos.

Outra característica de uma startup é a maneira de agir e pensar. Geralmente são empresas jovens, inovadoras, que exploram novas atividades no mercado. Entretanto, elas trabalham em condições de incerteza, pois não há como afirmar se aquela ideia e/ou produto irão dar certo, ou ao menos se provarem sustentáveis.

O termo startup surgiu nos anos 1990, quando houve a “bolha da internet”. Muitos empreendedores com ideias novas e promissoras, ligadas à tecnologia, encontraram financiamento para os seus projetos, que se tornaram lucrativos e sustentáveis. A região que vivenciou um “boom” nessa área foi o Vale do Silício, Califórnia, nos Estados Unidos. De lá surgiu grandes empresas do ramo tecnológico como o Google, Apple Inc., Facebook, Yahoo!, Microsoft, e outras.

Entretanto, os empreendedores devem saber que a primeira fase de uma startup é sempre a mais difícil, cheia de incertezas e desafios. Às vezes uma ideia pode ser rentável, mas seu financiamento inaplicável.

No Brasil, as primeiras empresas de startup surgiram no início do século XXI, sendo que a partir de 2010 este ramo apresentou um alto crescimento, segundo a Associação Brasileira de Startups (ABStartups).

Startups são apenas empresas de tecnologia? Não. Elas são mais comuns no ramo da internet porque é mais barato criar uma empresa de software do que uma de agronegócio ou automobilística, por exemplo, e a web torna a expansão do projeto mais fácil, rápida e barata, além de criar o modelo de negócio repetível. Mas pode ser aplicada em qualquer meio ou área, desde que se crie uma ideia inovadora e mantenha um negócio repetível e escalável.

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