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14 livros que você deveria ler, segundo Zuckerberg

O CEO e um dos fundadores do Facebook, Mark Zuckerberg, elaborou uma lista com 14 livros que ele considera que todo mundo deveria ler. Ele ainda criou o clube do livro “A Year of Books”, em que discute os livros que está lendo com membros da rede social. Confira os livros abaixo.

1. ‘The Muqaddimah’, de Ibn Khaldun
O livro foi escrito em 1377 pelo historiador islâmico Ibn Khaldun e tenta despir preconceitos de registros históricos e encontrar elementos universais sobre o progresso da humanidade.

2. ‘Sapiens: uma breve história da humanidade’, de Yuval Harari Noah
Publicado pela primeira vez em 2014, “Sapiens” é um aclamado best-seller que conta a evolução do Homo Sapiens. Zuckerberg escreveu que ‘Sapiens’ é uma perspectiva contemporânea ao que é em ‘The Muqaddimah’.

3. ‘The New Jim Crow’, de Michelle Alexander
A professora de direito da Universidade Estadual de Ohio Michelle Alexander abre a discussão da “Guerra às Drogas” em seu livro e conta a criação de uma cultura que criminaliza população negra.

4. ‘O fim do poder’, de Moisés Naím
Naím é ex-diretor executivo do Banco Mundial e membro sênior do Carnegie Endowment for International Peace. Em seu livro, ele faz uma investigação histórica sobre a mudança de poder em governos autoritários, militares e de grandes empresas sobre a população.

5. ‘Criatividade S.A.’, de Ed Catmull
O livro conta a história da Pixar e é escrito por um dos seus fundadores. A história intercala a narrativa com lições de gestão e empreendedorismo.

6. ‘Os anjos bons da nossa natureza’, de Steven Pinker
No livro, Pinker estuda como a violência tem diminuído ao longo do tempo, apesar de ser ampliada pelo noticiário e mídia social. Vale ressaltar que Bill Gates também considera esse livro como um dos melhores que já leu.

7. ‘On Immunity’, de Eula Biss
Zuckerberg considera que a investigação de Biss sobre os benefícios da vacinação é uma leitura necessária, considerando o movimento anti-vacinação nos EUA e em partes da Europa. Ele disse que a ciência é clara: as vacinas funcionam e são importantes para a saúde de todos em nossa comunidade. O livro explora questões e razões pelas quais algumas pessoas se questionam sobre a vacinação.

8. ‘The Player of Games’, de Iain M. Banks
O livro foi publicado em 1988 e é o segundo da série “Culture”. Ele explora como uma civilização reagiria a uma tecnologia muito avançada feita para servir as necessidades humanas e superar as capacidades das pessoas.

9. ‘Chefe De Quadrilha Por Um Dia’, de Sudhir Venkatesh
O livro relata a experiência do professor de sociologia da Universidade de Columbia Sudhir Venkatesh que se juntou a uma gangue de Chicago nos anos 90. Zuckerberg considera que essa é uma inspiradora história sobre comunicação e entendimento através das barreiras econômicas e culturais.

10. ‘A Estrutura das Revoluções Científicas’, de Thomas S. Kuhn
A obra tornou-se um dos livros acadêmicos mais citados de todos os tempos. O livro estreia a “mudança de paradigma” utilizando casos da história científica. A partir dele, Zuckerberg pensa que os avanços científicos são os catalisadores para a progressão social.

11. ‘Orwell’s Revenge: The 1984 Palimpsest’, de Peter Huber
O livro baseia-se na trama ‘1984, de George Orwell, mas imagina um mundo em que os cidadãos usam a tecnologia que uma vez os escravizou os libertar. Zuckerberg considera que a obra de Huber pode ajudar as pessoas a perceberem como ferramentas da internet podem beneficiar as pessoas e mudar a sociedade.

12. ‘Energy: A Beginner’s Guide’, de Vaclav Smil
Originalmente publicado em 2006, ‘Energiy’ começa com uma explicação básica do que é energia e parte para assuntos mais complexos, incluindo a busca para criar novos combustíveis mais eficientes e menos prejudicial ao meio ambiente. O autor também é um dos preferidos de Bill Gates.

13. ‘Dealing with China’, de Henry M. Paulson Jr.
O livro aborda a ascensão da economia chinesa e como ela influencia no mundo todo. Zuckerberg ressalta que, ao longo dos últimos 35 anos, a China experimentou uma das maiores transformações econômicas e sociais da história da humanidade.

14. ‘Rational Ritual’, de Michael Suk-Young Chwe
Zuckerberg acredita que este livro pode ajudar os leitores a usarem melhor os meios de comunicação social. O livro aborda o conceito de “conhecimento comum” e como as pessoas processam o mundo não apenas com base em seu próprio conhecimento, mas também no das outras pessoas. Chwe mostra como através dessas interações as comunidades conseguem criar suas próprias identidades.

(Via Olhar Digital)

Você sabe o que é coworking?

Coworking é um termo inglês que designa um novo modelo de trabalho cujo objetivo é promover a troca de conhecimentos de uma ou várias áreas. E num mesmo escritório compartilhado. São trabalhadores autônomos, freelancers, independentes, que buscam um lugar para realizar suas atividades, rocar ideias, fazer networking entre si.

O profissional paga um valor, calculado por hora, para utilizar o espaço de trabalho. Aluguel, luz, água, internet, telefonia, manutenção do espaço e outras taxas ficam por conta do proprietário da instalação. No escritório compartilhado, o profissional tem à sua disposição sala de reunião, área de trabalho, telefone, que pode ser dividido em alguns casos, internet e até cafezinho. É ideal para os que viajam muito e não gostam de ficar trabalhando sozinhos em hotéis, cafés, e similares.

O coworking surgiu nos Estados Unidos, em 2005, e chegou ao Brasil em 2008. Existem mais de uma centena de escritórios desses no Brasil atualmente. Um espaço de coworking fornece mais do que salas onde os coworkers, os trabalhadores, podem sentar em uma mesa compartilhada e realizar seus projetos.

A ideia do coworking é fazer as pessoas se encontrarem no mundo offline para se conhecerem, interagirem, fazerem parcerias e até amizades. São muitos os profissionais que lucram com esse sistema de trabalho. Além disso, os clientes, não precisam se preocupar com as questões burocráticas e corporativas. O fato de não haver baias nem divisórias estimula os encontros aleatórios e as conversas espontâneas. Isso faz com que novos projetos surjam. Pessoas mais retraídas podem se comunicar mais facilmente, usando o clima de colaboração do lugar.

É muito comum encontrar nos espaços compartilhados profissionais em total clima de descontração trocando ideias e contatos O custo-benefício e a possibilidade de fazer negócios são pontos positivos.

Você sabe o que é startup?

Nos dias atuais é comum ouvir pessoas falar que fulano trabalha ou montou uma startup. Mas o que isso significa? Afinal, o que é uma startup e o que ela faz?

Startup é um tipo específico de empresa. Há várias definições espalhadas por aí, vamos nos concentrar na mais básica. Uma empresa só é considerada startup quando está em busca de um modelo de negócio viável que seja repetível e escalável. O que são esses dois termos? Um modelo de negócios repetível é aquele que vende o mesmo produto para todos os clientes. E o modelo de negócios escalável é o que cresce para atender um grande número desses clientes. Ou seja, a empresa espera atingir um grande número de clientes, tendo um bom lucro em pouco tempo e, principalmente, sem aumentar seus custos.

Outra característica de uma startup é a maneira de agir e pensar. Geralmente são empresas jovens, inovadoras, que exploram novas atividades no mercado. Entretanto, elas trabalham em condições de incerteza, pois não há como afirmar se aquela ideia e/ou produto irão dar certo, ou ao menos se provarem sustentáveis.

O termo startup surgiu nos anos 1990, quando houve a “bolha da internet”. Muitos empreendedores com ideias novas e promissoras, ligadas à tecnologia, encontraram financiamento para os seus projetos, que se tornaram lucrativos e sustentáveis. A região que vivenciou um “boom” nessa área foi o Vale do Silício, Califórnia, nos Estados Unidos. De lá surgiu grandes empresas do ramo tecnológico como o Google, Apple Inc., Facebook, Yahoo!, Microsoft, e outras.

Entretanto, os empreendedores devem saber que a primeira fase de uma startup é sempre a mais difícil, cheia de incertezas e desafios. Às vezes uma ideia pode ser rentável, mas seu financiamento inaplicável.

No Brasil, as primeiras empresas de startup surgiram no início do século XXI, sendo que a partir de 2010 este ramo apresentou um alto crescimento, segundo a Associação Brasileira de Startups (ABStartups).

Startups são apenas empresas de tecnologia? Não. Elas são mais comuns no ramo da internet porque é mais barato criar uma empresa de software do que uma de agronegócio ou automobilística, por exemplo, e a web torna a expansão do projeto mais fácil, rápida e barata, além de criar o modelo de negócio repetível. Mas pode ser aplicada em qualquer meio ou área, desde que se crie uma ideia inovadora e mantenha um negócio repetível e escalável.

Saiba como divulgar seu negócio no YouTube

Uma boa maneira de aumentar a visibilidade de qualquer negócio é através da criação de vídeos no YouTube. De acordo com o próprio site, mais de 1 bilhão de pessoas acessam a rede social todo mês. Porém, a parte mais difícil não é criar um canal ou subir os vídeos, e sim fazer com que as pessoas visitem a página e se interessem pelo conteúdo.

Para se destacar no meio de tantas contas no YouTube, é preciso seguir algumas regras essenciais:

N° 1: Identidade visual
O público deve conhecer a marca, reconhecer as cores que a representam e identificar o logotipo. O layout do YouTube deve estar personalizado de acordo com as cores da marca a fim de ficar mais atrativo. Uma boa foto de capa e de perfil também chama bastante a atenção das pessoas.

N° 2: Tipo de conteúdo
É importante ressaltar que não se deve falar do produto de uma forma muito direta. Uma boa dica é ir contando uma história que encante as pessoas, mas que passe a mensagem ideal: compre esse produto! É bom mostrar o que está envolvido na fabricação dele ou o porquê dele existir. Hoje em dia o consumidor quer conhecer a marca para relacionar-se com ela, pedindo por conteúdos mais interessantes e interativos.

N° 3: Tamanho dos vídeos
Nesse caso tamanho é documento sim! Mas de uma maneira proporcionalmente invertida. Quanto maior for o tempo de duração do vídeo, menor é a chance que o consumidor o assista até o final. Se o vídeo for mais curto, é possível editá-lo de uma maneira mais dinâmica e que prenda a atenção do internauta. Na internet as pessoas gostam de pular de uma coisa para outra com muita rapidez. O certo é passar a mensagem no menor tempo possível.

N° 4: Títulos e Tags
Escrever títulos gigantescos não ajuda em nada na hora da localização do vídeo. Os nomes devem conter palavras chaves estratégicas que facilitam a busca.
Um vídeo postado no YouTube trabalha com palavras chaves que se referem ao conteúdo publicado. Essas palavras são chamadas de “tags”. Esses termos também facilitam a busca e a localização do vídeo na rede.

N° 5: Frequência e regularidade
Uma maneira de manter a fidelização dos clientes é ser sempre pontual. Mantenha sempre a frequência e a regularidade das publicações dos vídeos. Esse horário fixo ajuda o consumidor a lembrar de que nessa hora terá sempre um novo conteúdo esperando por ele. Não importa quando as pessoas irão assistir, elas apenas precisam saber quando terá algo novo.

N° 6: Invista dinheiro
Em várias situações o dinheiro sempre ajuda a alavancar o negócio. Para fazer o canal do YouTube ser um sucesso é preciso investir um pouco nele. Isso se faz com as compras de anúncios. A partir da compra de anúncios, os vídeos terão um destaque maior. E quanto mais inscritos e mais visualizações no canal, menos dinheiro será necessário para gastar.

Você sabe o que é Bitcoin?

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Tudo começou em 2008, em um paper  publicado por um programador com o pseudônimo de Satoshi Nakamoto, o conceito de pagamento eletrônico peer-to-peer.  Diferente da maioria das moedas virtuais, bitcoin não depende da confiança em nenhum emissor centralizado, como um servidor de um grande banco por exemplo. A bitcoin usa um banco de dados distribuídos espalhados pelos nós da rede peer-to-peer para registrar as transações, e usa criptografia para prover funções básicas de segurança, como certificar que bitcoins só podem ser gastas pelo dono, e evitar gastos duplos.

Basicamente o bitcoin é uma moeda digital de circulação livre, aceita em vários países e com incidência de baixas taxas nas transações. Atualmente são quase 30 mil usuários.

Para conseguir entender na prática como se utiliza a moeda o portal G1 elaborou um infográfico simulando como seria a compra de um celular com bitcoins.

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A ideia do bitcoin é extremamente legal, mas antes de se jogar é preciso entender os ricos que ela apresenta.

Ainda são poucos estabelecimentos que aceitam a moeda, no Brasil apenas 40 casas.

Por não serem regulamentadas, as transações são um terreno fértil para atividades ilegais.

A cotação da moeda é muito volátil, em apenas um dia ela já chegou a perder 50 por cento do valor.

 

Contudo, para especialistas o modelo bitcoin deve durar bastante tempo.

Agora vai dar para saber se suas mensagens no Whatsapp foram visualizadas

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Quando o Whatsapp ainda começava a fazer sucesso nos celulares dos brasileiros, uma dúvida era geral: Os dois checks que apareciam no final da mensagem significava que ela tinha sido lida?

A resposta era não.  Entenda como funcionava:

Um check

Significa que a mensagem foi enviada ao servidor. Por algum motivo não chegou ao destinatário (provavelmente por falta de conexão)

Dois checks

Significa que sua mensagem chegou ao destino. Mas não dá garantia que foi vista.

 

E era assim. Ninguém sabia se a pessoa realmente tinha lido a mensagem (ou áudio ou vídeo) e a desculpa para demorar a responder  “é que eu não vi” sempre colava.

Mas agora com a nova atualização – a versão do 2.11.378, o site Android World publicou a mudança onde foi incluso um novo código em sua programação de nome “message_got_read_recipient_from_target”.

Ou seja, sempre que sua mensagem for visualizada os dois checks ficaram azuis! Mas atenção, por enquanto isso só funciona para mensagens de áudio! ;)

Sites para aprender coisas sensacionais

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É inevitável que você sempre encontre alguma coisa que não domina. Afinal, como diz o ditado, ninguém nasce sabendo. Mas se tem uma coisa que a internet facilitou foi o caminho para aprender.

Não importa o que seja, você sempre consegue encontrar algum site ou tutorial. A única dificuldade, se é que podemos chamar de dificuldade – alô Google, é encontrar exatamente o que você está procurando!

Pensando nisso selecionamos cinco sites em que você pode aprender coisas sensacionais. Confira e comece agora mesmo.

Coursera

Site super bacana que tem em cursos online de algumas melhores faculdades dos Estados Unidos (Stanford, Brown, Columbia) e de mais 17 países pelo mundo! São 750 cursos diferentes e muitos deles com legenda em português. E o melhor de tudo: DE GRAÇA!

TED 

O slogan do TED, em uma tradução nossa, é: ideias que velem a pena ser espelhadas. E é isso mesmo que o site faz. Ele é o maior banco de palestras online do mundo. É possível encontrar palestras do Bill Gates, Al Gore, além de centenas de pessoas com coisas interessantes para dizer, com possibilidade de legendas em português.  Vale o acesso.

Quora

Imagine um Yahoo! Respostas com respostas de pessoas influentes e poderosas como Mark Zuckerberg. Essa é a proposta do Quora. Já sabe qual vai ser a sua pergunta?

Video Copilot 

Sonha em ser um grande diretor? Ou ia gostar daquele destaque no vídeo de natal da empresa? Agora você pode aprender sobre edições de vídeo no site Video Copilot. Tem tutoriais, dicas, produtos, fórum e blog. (em inglês)

Drawsspace

Não sabe ir além do bonequinho palito? Muitas vezes nem mesmo ele sai um desenho aceitável? Agora não tem mais a desculpa que ninguém te ensinou. O Drawspace ensina várias técnicas e truques. É só acessar.

Instagram libera métricas

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Mais uma novidade para quem investe no marketing pelas redes sociais, o Instagram vai começar a liberar dados e métricas para os anunciantes. A rede apresentou diversas ferramentas para quem investe na plataforma. Essas ferramentas vão poder ajudar os profissionais não só ao fornecer dados, como também ao apresentar sugestões como melhores dias e horários para as postagens.

O anunciante vai ter acesso a três painéis – ‘Account insights’, ‘ad insights’ e ‘ad staging’. Neles pode-se desde obter dados sobre brand awareness e números de impressões, alcance e engajamento de ações orgânicas, além de métricas focadas nos anúncios pagos e uma central que permite testar formatos, salvar campanhas futuras e permitir que um time possa agendar ações de forma colaborativa.

Essas facilidades serão disponibilizadas aos poucos para os que fazem anúncios pagos no Instagram, o que ainda só acontece com empresas dos Estados Unidos. O próprio anúncio ainda é algo novo na plataforma, tendo começado em outubro do ano passado.

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Marcas investem no “Girl Power”

 

Cada vez mais marcas estão buscando no feminismo e na equiparação de gêneros a inspiração para suas peças publicitárias. A ideia é desconstruir imagens pré-montadas do que se espera que meninas e mulheres possam e/ou tenham que fazer.

Uma das primeiras marcas a adotar o “Girl Power” nessa última década, a Dove lançou a campanha pela real beleza. Nas suas peças ela busca mais do que vender seus produtos, busca passar a imagem que apoia o amor ao próprio corpo:

Já a Verizon lançou uma peça chamada “Inspire Her Mind” (“Inspire a mente dela”) e mostra uma garota em diversos estágios da infância e adolescência, sempre desencorajada por uma voz fora da tela. Na cena final, ela para em frente ao cartaz de uma feira de ciências no corredor de uma escola e, desanimada, passa um brilho labial. Ouve-se a narração: “Nossas palavras podem ter um grande impacto. Não é hora de dizermos também que ela é brilhante?”, enquanto estatísticas sobre mulheres que se formam nos campos das ciências exatas aparecem na tela.

 

 

A Always pede que adultos reproduzam o que é correr, lutar e arremessar “como uma menina”. Surgem sorrisos afetados e punhos com movimentos exagerados. Depois, pede que meninas realizem as mesmas atividades, e elas seguem as orientações com uma determinação que ignora estereótipos.

 

 

Só para citar mais um exemplo: a GoldieBlox, empresa norte americana de brinquedos, investiu em campanha com uma trilha sonora diferenciada que mais parece um grito de guerra, “nós somos mais do que princesinhas”, roteiro muito bem estruturado e riqueza de detalhes.

 

 

É evidente que nem todas as marcas produziram anúncios de seus produtos. E talvez nisso resida a maior polêmica para propagandas desse tipo:  enquanto grupos apoiam o progresso da conscientização, com os vídeos sendo imensamente elogiados, outros acreditam que usar o feminismo para vender vai contra o que prega o movimento, principalmente por entrarmos em algumas contradições. Por exemplo, é difícil levar a sério a defesa que a Dove faz da “real beleza” quando se leva em consideração que a empresa Unilever é um dos maiores comercializadores de cosméticos para clareamento da pele no sul da Ásia.

Polêmicas a parte, é legal perceber que cada vez mais marcas buscam vender mais que produtos, mas sim ideias que possam ser associadas ao produto.

 

E você, o que acha dessa nova onda “girl power”?

 

 

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