A geolocalização a favor da globalização

A geolocalização é a nova sensação do momento para os antenados em tecnologia. Ainda recente no mercado, a inovação recebe críticas por parte de quem acredita ser uma invasão de privacidade e elogios por quem defende que a tecnologia veio para facilitar o dia-a-dia das pessoas que precisam de informações rápidas e precisas. Entre esses muitos pontos de vista, o fato é que o “dispositivo” já começa a ser usado por grandes corporações para publicidade, vendas e informações.

O recurso da geolocalização já pode ser usado via computador, celular e redes sociais. Em alguns navegadores, já existe a função que grava a localidade do usuário, e assim refina as buscas por estabelecimentos e serviços. Permitindo, entretanto, que os usuários desativem essa opção. No que diz respeito aos celulares, apenas alguns modelos já tem disponível esse aplicativo que permite que o dono do celular cadastrado seja localizado. Mesmo quando o celular estiver desligado, o dono pode acompanhar seus amigos por aplicativos oferecidos no Orkut.

As redes sociais também participam e integram as empresas que já disponibilizam aplicativos de geolocalização. No início de agosto o Facebook comprou uma empresa que desenvolvia esse tipo de projeto e criou o Facebook Places, o Twitter comprou a MixerLabs, que criou o GeoAPl, aplicativo responsável por informar a localização de quem está na rede e agregou o serviço a seu portfólio.

Sendo ou não uma invasão de privacidade, o fato é que o processo de localização geográfica, que divide as pessoas por regiões, trabalhará em conjunto com a globalização proporcionada pela Internet e suas ferramentas de quebra de barreiras físicas.